quarta-feira, 18 de julho de 2012

Tacada Perfeita




    Nota: Este conto,  de autoria de  xxbloominggirlxx, do site LustyLibrary.com, é mais um da série de traduções que pretendo postar aqui.
                                          
     - Tem certeza de que estou bonita? perguntei a Rob.
Eu sabia que aquela noite significava muito pra ele, pois era um jantar de trabalho, sua chance de impressionar o chefe e mostrar que podia ser melhor aproveitado.
     - Querida, você está linda, como sempre está! Vai deixar todos de queixo caído, ele me disse e me beijou os lábios de leve.
Olhei para o enorme espelho que tínhamos no corredor da casa. Sim, eu estava muito bem! meus longos cabelos castanhos brilhavam na luz quando eu os jogava por sobre os ombros. O vestido de seda negro que eu vestia apertava minhas curvas lindamente, mostrando meu belo quadril e revelando meus seios fartos da forma mais atraente possível.  Sentia-me  um tanto constrangida, pois não é sempre que saio sem sutiã, mas o vestido era aberto atrás.
     O jantar era uma daquelas ocasiões formais com todo mundo sentado de acordo com o prestígio que se tem com o chefe, no caso, David Pressman.
Ele era um homem bonito, de olhos azuis cintilantes, talvez com quase uns quarenta anos de idade. Parecia esbanjar confiança, e as pessoas sentavam perto dele prestando atenção a cada palavra que ele dizia.
     Rob me apontou várias pessoas: o assistente pessoal do senhor Pressman, o seu diretor financeiro, seus assessores...Rob queria tanto fazer parte daquela turma e ganhar dinheiro de verdade e respeito! Eu mesma não tinha interesse por isso, mas sabia o quanto era importante pra ele. Assim, fiz meu papel de namorada dedicada e distribuí sorrisos simpáticos a noite toda.
     Depois do jantar, as coisas ficaram um pouco mais sociáveis. As pessoas conversavam de pé em grupinhos, o senhor Pressman pulando de um pra outro, sendo sugado por todos. Era quase de se ficar enjoado! Aquelas pessoas não gostavam dele de verdade; só diziam o que ele queria ouvir porque ele era o chefe, e elas queriam melhorar de posição na empresa...como Rob!
     Em pouco tempo, foi a nossa vez. Rob ajeitou a gravata nervosamente. O senhor Pressman estendeu a mão para Rob apertá-la.
     - Olá! Rob Amble, certo?
     - Sim, senhor! Do escritório de contabilidade. E esta é minha namorada, Lucy.
     O senhor Pressman tomou minha mão e beijou-a.
     - Encantado em conhecê-la, Lucy!
Ele disse isso olhando em meus olhos. Por um momento sustentei o olhar, e meu coração deu um pequeno salto. Poxa! Ele era mesmo bonito!
     Olhou-me de cima a baixo, checando meu corpo inteiro. Senti-me um pouco incomodada, mas gostei. Então voltou toda sua atenção a Rob, e começaram a discutir a entrevista que estava por vir. Então decidi deixar os dois conversando e peguei um copo de champanhe da mesa ao lado e sai em busca de algo mais interessante.
O lugar onde estávamos era a sede de um clube de golfe, e possuía uma varanda que dava para o próprio campo de golfe, onde não havia ninguém. Então decidi dar uma volta para tomar um pouco de ar fresco. Inclinei-me sobre o cercado e apenas fiquei curtindo o silêncio.
     Depois de um tempo, percebi que não estava mais sozinha. O senhor Pressman estava de pé ao meu lado, também apoiado no cercado.
     - Não estava suportando as coisas lá dentro, não é, Lucy?
     - Eu só precisava de um pouco de ar fresco, eu disse me virando pra ele.   
     - O Rob é um jovem de quem eu gosto. E também tem muita sorte de ter alguém assim tão bela como você ao lado dele.
     Isso me fez corar, o que pra mim é raro.
     - Sim, ele é um cara legal, respondi. Você devia dar a ele aquela promoção.
     Eu sorri ao falar, mas me arrependi em seguida.  Nem acredito que disse isso. Provavelmente iria arruinar qualquer chance que ele tivesse.
     - Admiro sua coragem, ele disse. Mas as pessoas que eu promovo têm alguma coisinha extra que eu quero em retorno.
Ele estava me olhando da mesma forma que me olhou quando fomos apresentados, mas dessa vez, ao invés de me sentir incomodada, apreciei.
     - O que você quer dizer com isso? perguntei.
     - Bem, a esposa do Jones é administradora no estádio de futebol, e ela me arranja ingressos de graça para todo grande jogo sempre que eu quero. Foi assim que ele conseguiu sua promoção. A esposa do Andrews é compradora para uma grande loja de moda.  Compro todos os meus ternos dela, todos com um enorme desconto. Foi assim que ele obteve a promoção dele.
     Fiquei com nojo! Aquele cara só promovia pessoas que lhe  pudessem dar vantagens. Era tão injusto e errado! De forma alguma Rob e eu poderíamos fazer o mesmo. Eu trabalhava num pequeno escritório e o único beneficio que eu ganhava eram os adesivos com a marca da empresa. Certamente nada que fosse impressionar alguém como David Pressman.
     - Não se preocupe, ele disse, obviamente percebendo minha preocupação. Tenho certeza de que vamos encontrar alguma coisa que você possa me oferecer.  
E antes que eu percebesse, ele já estava com um braço em volta da minha cintura e me beijando os lábios afoitamente. Sua língua explorando minha boca enquanto eu sentia suas mãos acariciando minhas costas nuas. Então se afastou e voltou a se inclinar contra a cerca. Fiquei sem  saber como reagir. Parte de mim tinha raiva dele, mas a outra parte estava gostando. Perguntei-me aonde aquilo iria parar. E tomei de um só gole o resto da minha bebida.
     Ele quebrou o silêncio com um suspiro e apontou na direção do campo de golfe.
     - Já fez sexo ao ar livre? 
     - Não, eu teria medo de ser flagrada!
     - Essa é uma parte da excitação de fazê-lo, ele exclamou. Não há nada como sentir a grama fria na sua pele nua, a brisa suave em volta do seu corpo suado.
Os olhos dele cintilavam na meia-luz, e eu podia ouvir sua respiração ficar mais forte.
     - O campo de golfe deve ter esconderijos perfeitos, ótimos para se fazer sexo. Venha, vamos procurar comigo; que mal vai lhe fazer?
      A excitação na voz e nos olhos dele era inegável. E apesar de minhas reservas, deixei que ele me conduzisse pelos degraus abaixo, até a grama.
     Caminhamos de mãos dadas até uma pequena colina, que era protegida por árvores. Estávamos agora a alguma distancia da sede do clube, mas ainda se podia ouvir a música.
     - Aqui parece um bom lugar, ele disse, e já estava deitado de costas na grama. – Venha também, Lucy!
     - Não quero nada disso, senhor Pressman! Comecei a protestar.
     - Me chame de David e não se preocupe. Ninguém vai sentir nossa falta, e ninguém vai nos encontrar aqui.
     Ele segurou minha mão e me puxou  até eu sentar a seu lado.
     - Deite-se, querida. Sinta como é gostosa essa grama na pele.
     Fiz como ele mandou, mas antes mesmo que minha cabeça tocasse o chão, ele estava sobre mim, com as mãos descendo pelo meu vestido até os seios, e me beijando. 
No inicio eu não soube como reagir, mas a umidade que senti entre as pernas era sinal de que eu estava apreciando. Então retribuí o beijo, e foi minha língua que procurou a dele e nela se enroscou.  As mãos dele rudemente exploravam meu corpo agora. Eu ainda não tinha experimentado tanta luxúria antes e estava realmente excitada. Rob era um amante gentil e nunca sequer pensou em ser tão rude como David estava sendo.
Ele estava descendo as alças do meu vestido, beijando meus ombros, e depois descendo para os seios, até que puxou meu vestido pra baixo de uma vez, deixando meus seios nus.
     - Muito bonitos! ele sussurrou no meu ouvido.
Em seguida sugou um dos meus mamilos, até um certo ponto, quando o mordeu, não uma mordida forte, mas uma mordida decidida. Isso me deu prazer e me fez apertar os seios ainda mais contra o rosto dele, que continuou beijando meus seios, sugando, lambendo e mordendo. Fazia o mesmo com o meu pescoço e ombros enquanto suas mãos iam tateando em volta da  minha cintura em busca do zipper do meu vestido. Senti o tecido se afrouxar e em seguida cair pelo meu corpo. Contorci-me com a última mordida e vi que estava nua, exceto pela calcinha de laço que eu usava.
     O ar frio da noite era agradável na minha pele, e a leve umidade da grama sob meus pés era uma sensação estranha, mas sensual.       
As mãos dele puxaram minha calcinha pra baixo, e ele me observou nua, degustando com os olhos cada centímetro do meu corpo.
     - Eu disse que seria bom, não disse?
Falou isso enquanto  retirava a camisa. Sentei para ajudá-lo, puxando a camisa pra fora das calças e desabotoando-a de baixo pra cima. Em segundos estava retirada e jogada na grama.
     Ele me puxou para si. Notei os pêlos no tórax e que estava bronzeado, apesar de não estarmos numa estação de sol. Certamente tinha estado em algum outro lugar ensolarado.
     Desabotoei sua calça e puxei-a pra baixo, fazendo o mesmo com a cueca. Seu pênis saltou livre, erguendo-se como um monstro que sai do oceano. Meus dedos o tocaram, e eu o senti ficar mais duro em resposta, as veias ficando bem visíveis.
     Ele se deitou e me puxou para si, numa posição de 69, deixando bem claro o que desejava. Uma das minhas mãos segurou suas bolas, enquanto a outra agia na base do seu mastro. Com minha boca bem perto da glande, estiquei a língua e senti o gosto do pré-gozo que já estava escorrendo. Ele respondeu com um gemido e começou a lamber meu clitóris e também minha bunda, fazendo círculos. Enquanto fazia isso, as mãos acariciavam as bochechas da minha bunda.

                    
     Minha língua lambia em torno da ponta de seu cacete e minhas mãos subiam e desciam por toda a sua extensão. A excitação ia crescendo em mim, e eu quase esqueci onde estava e que podíamos ser flagrados a qualquer momento. Eu queria mais daquele pau na minha boca e comecei a chupá-lo, engolindo um bocado de uma vez. Pude ouvi-lo gemer:
     - Assim, Lucy! Assim!
     Ele só parava de me lamber para se concentrar no prazer que minha boca estava lhe dando.  Eu me movi até ficar entre as pernas dele. Era mais fácil chupá-lo daquele jeito. Apertei suas bolas quando senti a cabeça do pênis alcançar o fundo da minha garganta. Engasguei no início, mas relaxei e ele empurrou um pouco mais na minha boca.
     - Isso mesmo, Lucy! Me fode com essa boca! ele gemeu.
     Movi a cabeça pra cima e pra baixo. Estava faminta daquele cacete e chupei tão forte quanto eu sabia chupar.   
     Minutos depois, a cintura dele fez um movimento brusco e eu senti o esperma quente jorrar na minha garganta. Fiz o melhor que pude para engolir tudo enquanto ele continuava a meter na minha garganta. Então ele o retirou, já ficando mais flácido. Beijou-me sentindo seu próprio gosto em minha boca. Suas mãos freneticamente apertavam todo o meu corpo. 
     Estávamos ambos respirando pesadamente agora, querendo mais. Senti as mãos dele tocarem a parte interna das minhas coxas. Abrindo as pernas, conduzi-as em direção a minha buceta molhada. Os dedos dele encontraram meu clitóris, que estava teso e foi acariciado intensamente. Soltei um suspiro, surpresa por descobrir que um simples toque quase me levara a um orgasmo. Os dedos encontraram a entrada, que ainda doía e nela penetraram. Enquanto isso, sua língua continuou o que os dedos estavam fazendo no meu clitóris.  Eu podia sentir o calor dentro de mim aumentar à medida que ele me manipulava, freneticamente, me levando ao orgasmo. “Oh! Meu Deus!” gritei eu arqueando as costas quando uma onda de puro prazer percorreu todo o meu corpo.
Agora eu precisava daquele cacete dentro de mim, como precisava! E assim, me recuperando do orgasmo, indiquei para David que o queria em cima de mim. A ponta de seu pênis, no máximo da ereção, pincelou meu clitóris quando ele ficou por cima.
     - Me fode! eu sussurrei quando nossos rostos ficaram próximos.
     - O que foi aquilo? ele disse afastando meu cabelo de cima do meu rosto.
     - Me fode! eu disse ainda mais alto e com as mãos apertando seus ombros.
     - Quero ouvir você implorar por isso, ele disse sorrindo e mordiscando minha orelha.
     - Me fode agora, David!estou implorando! Me fode o quanto você puder!
E com isso, senti seu pênis afundar-se duro na minha buceta encharcada.
     - Isso! gemi eu.
     Podia sentir aquele pau maravilhoso sendo apertado por minha buceta. Ele puxou minhas pernas por sobre os ombros e foi mais fundo dentro de mim, ficando de fora apenas os testículos. Preparei-me para receber seu gozo, que veio em pouco tempo. Cada vez que ele retirava quase todo o pênis, deixando só a cabeça, voltava para dentro mais rápido e com mais força. Estávamos ambos respirando e gemendo forte, perdidos na luxúria pura e selvagem do momento.
     Não demorou e eu gozei novamente, dessa vez sentindo todo o corpo tremer e ficando tonta, pois cada estocada dele repercutia em meu corpo como uma onda de choque.
     Antes de nos recuperarmos do orgasmo,  ele se retirou de mim e me virou de bruços. Senti suas mãos sobre minhas nádegas, afastando-as, e então seu cacete pressionando contra a entrada, delicadamente.
     - Alguma vez meteram no seu cu, Lucy?
Eu mal consegui respirar e dizer um “não” antes que ele começasse a me penetrar.
     - Apenas relaxe e aproveite, ele sussurrou enquanto entrava um pouco mais.
Depois da primeira resistência e do meu estado de choque, essa nova sensação me parecia incrível! Ele entrava e saía, deitando-se em cima de mim e me beijando os ombros, com as mãos por debaixo da minha barriga.
     Pelos gemidos dele, pude adivinhar que ele estava a ponto de explodir. E eu estava certa.
     - Onde quer que eu goze? ele perguntou em meu ouvido.
     - Na buceta! Por favor, goza na minha buceta, bem no fundo!
     Ele retirou o pau do meu traseiro e ajeitou-se numa posição em que pudesse penetrar minha buceta por trás. Começou a bombar dentro de mim novamente, suas bolas dando tapas na minha pele. Ele alcançou meu clitóris e o esfregou. Fiquei me mexendo pra frente e pra trás, fodendo-o assim por alguns minutos antes de gozarmos. Quando ele jorrou dentro de mim, quase desmaio com o orgasmo mais intenso que já tive. Eu podia ouvi-lo dizer, respirando forte:
     - Ôoooo! Como foi bom!
     Ficamos deitados juntos, abraçados por uns instantes. Nenhum de nós falou. Nossos corpos ainda tremiam por conta do intenso prazer que haviam experimentado. Era bom sentir o ar fresco da noite em minha pele, lentamente me resfriando.
Depois do que pareceu um longo tempo, David sentou-se e me beijou na bochecha.
     - Você é uma jovem muito sexy, Lucy, disse ele e começou a vestir-se. – Talvez quando Rob assumir seu novo cargo, você e eu poderemos discutir como passaremos a nos encontrar? 
     Não acho que aquela fosse uma pergunta para a qual ele precisasse de resposta, pois mais parecia uma decisão.
     Observei-o andar de volta lentamente para a sede do clube antes que eu pudesse recuperar minha compostura e me vestir. Tive uma sensação esquisita, um frio na barriga: Rob estava conseguindo sua tão desejada promoção, mas a que preço?   

fim                        

Quando só imaginar já não me basta

 



     Depois de muito tempo nos conhecendo no MSN, muita conversa e muitos e muitos gozos no virtual, a vontade de estar junto falou mais alto.
      Conversamos e então programamos a data, claro sempre muito ansiosos. A vontade um do outro cada dia crescia mais.
Em uma bela sexta feira, recebo uma ligação há muito esperada. Coração acelerado e bucetinha já molhada por reconhecer o número ali no visor. Ele disse que já estava me esperando e eu, claro, disse que já estava chegando, depois de uns 10 minutos, cheguei à rodoviária pra pegá-lo.
      Como era em minha cidade e cidade pequena não se pode dar mole não, eu mantive  pose de dama , quando na verdade estava louca pra me transformar numa puta, a sua puta.
Parei meu carro e você já estava esperando na lateral da rodoviária.      Você entrou, eu o cumprimentei como se fôssemos grandes amigos, mas na minha cabeça pensava milhões de coisas, como por exemplo: como você era lindo,  em como sua voz me dava tesão. Minha bucetinha  acho que já reconhecia todos os sinais ali. Mas voltando ao momento, depois que você entrou no carro, fiz o que já tínhamos combinado: te levei pra um motel perto da minha cidade. Quando se está ansiosa, tudo passa mais devagar, e nesse dia não foi diferente. O motel estava parecendo que ficava em outro estado...Aff!
      Chegando ao destino, as coisas melhoraram e muito. Assim que entramos, já começamos a nos pegar. Todos os beijos sonhados agora iam ser saciados. Me lembro bem,você se encostou em mim, já de pau duro me beijou de um jeito ,passeando suas mãos pelo meu corpo e eu ali toda enroscada em você, não querendo me desgrudar um pouquinho sequer. Estava de vestidinho como você tinha mandado, de calcinha preta pequena toda enfiada na bunda. Isso também foi um pedido seu, e como sou uma putinha bem mandada, obedeci direitinho.
      Enquanto me beijava sua mão tocou minha bucetinha sob a calcinha e  então você percebeu o quanto eu estava molhada de tesão por você. Colocou minha calcinha de lado e enfiou um dedo dentro. Eu gemi e me esfreguei mais em você. Você retirou o dedo e colocou na minha boca. Depois repetiu e colocou em sua boca dizendo assim: tá me querendo é, safada? Eu não disse nada só fiz que sim com a cabeça. Enquanto me bolinava, peguei  seu pau por cima da calça mesmo, nossa! que delicia! estava duro como rocha e eu sabia que não ia demorar pra ter você dentro de mim. Apertei um pouquinho e você deu um gemido. Na mesma hora começamos a tirar nossas roupas eu num segundo já estava só de calcinha e soutien. Te ajudei com sua blusa e rapidinho você também já estava nu. Um contraste lindo, você moreno de cueca boxer branca e eu toda branquinha de lingerie preta. Eu estava amando o que estava vendo, parecia a combinação perfeita.
      Voltamos a nos beijar e segurei seu pau de novo, dessa vez com muita vontade. Fui beijando a boca, o pescoço e assim fui descendo. Beijei sua barriga e me ajoelhei a sua frente, tirei seu pau de dentro da cueca , dei uma lambida e depois o esfreguei em meu rosto. Delícia! Voltei pra cabecinha. Mais lambidas e depois fui descendo. Você enroscou sua mãos em meus cabelos. Quando cheguei nas suas bolas, você já estava delirando de tesão, como dava pra ver pelo jeito como respirava e falava. Chupei suas bolas, depois voltei a me concentrar na cabecinha, engoli seu pau inteiro. Você o movimentava  num vai-e-vem rápido ,as vezes chegava a me fazer engasgar. Parava e depois continuava a golpear minha boca como se fosse minha buceta. Pela fúria e a intensidade que estávamos, você não ia demorar a gozar. Você parou e me disse: “Deita na cama, safada! quero sentir sua bucetinha antes de gozar. Se a gente continuar, vou gozar antes de te comer”


     Pedido feito! Pedido aceito! Me deitei na cama  e você já veio me beijando tocando meus seios que a essa hora já estavam de fora do soutien. Dei um gemido. Você chupou cada seio com uma fúria sem igual. Já nos conhecíamos bem, e depois de mamar e se deliciar em meus seios, deu total atenção a minha xaninha.      Começou dando beijinhos nela. Depois começou a brincar com meu grelinho.  Eu serpenteava na cama e puxava seus cabelos como louca. Como sabe que adoro ser penetrada por dedos, me penetrou várias vezes  me fazendo gozar muito.
      Quando viu que  eu já tinha gozado muito na sua boca e nos seus dedos, resolveu que era hora de me dar o que eu tanto queria: seu pau. Eu tremia de tesão só de imaginar você me comendo. Me mandou ficar de quatro, deu uma lambida do meu cuzinho até minha bucetinha, se posicionou atrás de mim, colocou seu pau na entrada da  minha xana e disse assim: “Quer que eu te coma assim  NIINA?!”
     Olhei pra trás e fiz carinha de putinha e disse: “Me come gostoso, amor! me faz sua por completo”.
 Antes de fechar minha boca, ele meteu de uma vez,  me fazendo gritar de tesão e dor. Minha bucetinha, apesar de ser apertadinha, agasalhou seu pau direitinho. Ele meteu forte já sabendo como gosto. Enquanto metia, me dava tapas na bunda e me chamava de cachorra e safada. Eu adorava e cada vez mais rebolava em seu pau. Suas mãos ficaram tatuadas na minha pele, suor descendo  pelo corpo e  mais uma vez o gozo já vinha chegando. Gozei deliciosamente com ele metendo forte em mim. Não demorou muito ele  também estava gozando. Meteu bem no fundo na minha bucetinha, segurou, gemeu e gozouuu. Só ouvir o gemido dele gozando me deixou acesa de novo.
     Ele ainda estava em cima de mim. Me deu um beijo, fez um carinho nos meus cabelos e tombou de lado na cama. Estávamos acabados, acabados e precisando de um banho. Ficamos ali conversando nos acariciando e falando do quanto era bom estar ali juntinho. Beijinhos daqui, beijinhos dali e pronto: já estávamos querendo mais. Ele disse que precisava de um banho e, claro, fui pro banheiro com ele.
    Água morninha , beijos e abraços e em pouco tempo eu estava chupando seu pau de novo. Ele me puxou, me virou de costas e começou a passar um dedo no meu cuzinho, uiiii... Me arrepiei toda e empinei mais minha bunda. Mas ali no banheiro ele só me atiçou, não comeu minha bundinha. Fomos pra cama, demos uma secada de leve no corpo e cabelos e começamos a nos pegar de novo. Dessa vez ele falou: “Diz que quer me dar seu cuzinho, NIINA”.



    Eu  mais que depressa disse: “Come meu cuzinho, delícia minha, me deixa arrombada, quero você dentro de mim”.  Ele me puxou pra beira da cama, me colocou de quatro e ficou em pé atrás de mim. Começou com carinho, devagar, e nada aconteceu. Eu gemia de dor mas, ele me tranquilizava, dizendo que só ia doer no começo, que depois ia ser só prazer.  Ele meteu na minha bucetinha, que estava toda molhada e depois forçou na entrada do meu cuzinho. Foi entrando e eu gritando de dor. Xingava ele de cachorro  e mesmo assim ele foi entrando aos poucos  até que entrou tudo. Falei pra ele que já estava bom , que não queria mais, mas ele me disse que já estava dentro, que ia ficar quietinho até eu me acostumar com seu pau. Enquanto isso, ele me beijava as costas e me dizia que eu era gostosa. Foi mexendo bem devagar e quando vi já estava deliciosa a sensação. Foi metendo lento e às vezes forte. Quando viu que eu já estava totalmente a vontade, começou a dar tapas na minha bunda e puxar meu cabelos, dizendo: “Goza pra mim, sua vadia! quero ver você gozando com meu pau no seu cu”. Eu rebolava e gemia. Ele já estava meio descontrolado, só metia forte mesmo eu choramingando. Comecei a mexer em meu grelinho e em pouco tempo já estava gozando. Ele meteu mais algumas vezes e disse: “Vou gozar, safada” onde você quer meu leitinho?”
Queria em tantos lugares, mas naquela hora eu pedi o que há tempos peço a ele pra fazer: gozar na sua barriga pra eu lamber.    Assim ele fez, saiu de trás de mim se sentou, gozou em sua barriga e eu me ajoelhei. Fui lá e deixei tudo limpinho, dei uma olhadinha pra ele, um sorriso, me levantei e dei um beijo delicioso nele.
E assim foi o primeiro dia do meu fim de semana com Peristilo.

A Perseguida


                                                                    

     Júlia entrou no vagão um pouco ofegante porque precisara correr para não perder o metrô. Tinha ficado presa na reunião com o pessoal da loja de calçados onde trabalhava como vendedora . Chegaria muito tarde em casa e teria que enfrentar as ruas do seu bairro, que era violento e ficava deserto depois das dez da noite.
     Já sentada e com a respiração voltando ao normal, ela deu uma olhada ao redor e notou que o vagão ia quase vazio. Isso era bom porque ela poderia ir lendo tranquilamente, sem ser atrapalhada pelo barulho das pessoas conversando. Tirou da bolsa um livro, ajeitou os óculos e procurou a parte do romance em que parara na última leitura. O metrô partiu e ela pôde ler duas páginas até a parada seguinte, onde desceram poucas pessoas e subiram duas ou três.
     Um homem veio se sentar no banco oposto ao dela, bem a sua frente. Ela o observou rapidamente, mas não lhe prestou muita atenção. Minutos depois levantou os olhos para ele porque percebeu que ele a olhava insistentemente. Isso a incomodava. Então, para intimidá-lo, encarou-o com uma expressão hostil, mas ele sustentou o olhar e até lhe deu um leve sorriso.
     “Cínico!” ela xingou em pensamento, e baixou os olhos, retornando à leitura como se não desse a mínima. Que olhasse o quanto quisesse! Estava acostumada com homens admirando-a. Ela imaginou que aquele uniforme que usava, um conjunto de saia e blusa verde, devia deixá-la muito sexy. Então olhou para baixo e viu os próprios seios quase aparecendo no decote. Era uma coisa bonita de se ver, mas um tanto escandalosa! Ainda não tinha se dado conta do quanto aquele uniforme era provocante!
     O homem continuava a observá-la. Ela não teria se importado se ele ao menos fosse bonito. Mas era feio! Não tão feio; ao menos tinha belos braços, musculosos e peludos. Não estava mal vestido também, mas tinha a barba mal feita e ela não gostava de homens desleixados que não se importam com a própria aparência.
     O que diabos ele tanto olhava?! Só podia ser um tarado. Ele tinha uma cara de tarado! Ela morria de medo de tarados. Medo e nojo, pois seu último namorado tinha sido um tarado. Ela ainda se lembrava da cena com horror: na escadaria do prédio dele, os dois se beijando; quando ela se deu conta, viu que o pênis dele estava pra fora das calças, duro e grande. Foi o fim.
Mas a vergonha mesmo foi quando quis desabafar com uma amiga. Esta quase estourou de dar risadas da estória. E zombou dizendo que ela era uma histérica, totalmente sem esperanças. Mas que culpa ela tinha se só atrai canalhas?!
     Na metade da viagem, Júlia notou que o homem parara de olhar pra ela. Ele ia de cabeça baixa, com uma expressão abobalhada de quem está mergulhado em seus próprios pensamentos. Parecia ter perdido todo o interesse em admirá-la. Talvez ela não fosse tão bonita assim como pensava. Por que ele parara de olhar? Ou só tinha feito aquilo pra provocá-la, só pra atrapalhar sua leitura? E se ela lhe tivesse dado bola? como ele teria reagido?
Reparando bem, até que ele era charmoso com aquela barba mal feita e o jeitão de bandido. Ela podia apostar que se largasse o livro e olhasse pra ele, teria a atenção dele de volta. Sim, era só ela querer.
     E quis. Passou a encará-lo, mas depois de um minuto viu que ele estava longe dali. Ela parecia invisível agora pra ele. O idiota não percebia que ela estava dando mole!
     E se ela cruzasse as pernas, o belo par de pernas brancas e roliças que tinha?
     Cruzou. Mas ele não viu. E se ela agora descruzasse as pernas, lentamente, como a assassina daquele filme famoso?
Foi o que fez, mas também não funcionou. Melhor era voltar ao livro e esquecer.
     Abriu o livro, porém não conseguiu ler. Tinha metido na cabeça que só ficaria satisfeita quando ele voltasse a admirá-la, nem que fosse para ignorá-lo depois. Então, ainda fingindo ler, com a cara enfiada no livro, abriu um pouco as pernas. Ele continuou na mesma, sem reparar no que ela fazia. Ela abriu as pernas mais um pouco e percebeu-se sentindo um certo prazer naquilo. Nunca tivera a coragem de fazer tal coisa antes, mas agora que fazia, descobria o quanto era excitante. De repente compreendeu por que algumas mulheres gostam de se exibir em situações parecidas.
Ninguém no vagão quase vazio notava que ela se expunha daquela forma, nem mesmo o homem a sua frente. Isso a encorajou a ousar ainda mais. Afastou as pernas até onde a saia apertada permitia. E como se não bastasse, desejou não estar usando nada por baixo, como naquele mesmo filme. Como seria ser flagrada assim, sem calcinha no metrô, com os pelos à amostra? Imaginou aquele homem olhando bem para o centro de suas pernas. Que visão agradável seria pra ele! Ela sem calcinha. Ele veria tudo, pois estava bem ali a sua frente, menos de dois metros. Ele veria os pêlos crespos e talvez algo mais. Ela estaria molhada ali e ele saberia.
     Júlia havia fechado os olhos por um instante enquanto se perdia no prazer dessa fantasia. Ao abrir os olhos novamente, tomou um susto porque viu que o homem estava bem atento agora, com os olhos enfiados no meio de suas pernas escancaradas. Ele levantou um olho e sorriu maliciosamente pra ela, como se soubesse que ela dava brecha de propósito. No mesmo instante, ela reagiu e cerrou as pernas, nervosamente. Acabava de se arrepender do que tinha feito e agora só queria que o metrô chegasse logo a sua estação para ela poder descer e nunca mais ter que encarar aquele homem outra vez. Tomada de vergonha, subiu o livro até a cara e fez de conta que lia, como se nada tivesse acontecido. E assim foi até a hora de descer do metrô. 

     Ela deixou a estação apressada e nem olhou pra trás. Caminhou rápido por uma avenida e entrou no conjunto habitacional onde morava. Como já havia imaginado, àquela hora da noite as ruas estavam desertas, as portas das casas fechadas, as pessoas já dormindo em suas camas ou cochilando diante de uma tv. Depois das dez, era como se houvesse um toque de recolher no lugar, por causa da violência.
      A poucas quadras de sua rua, Júlia teve a impressão de que alguém a seguia. Quando se voltou para verificar, quase teve um infarto: o homem do metrô também havia descido ali e a acompanhava de perto. Ela entrou em pânico. Então apressou o passo. Teve vontade de correr, mas a saia era justa demais e os saltos altos não ajudavam. Desesperou-se, pois pelo ruído dos passos dele no calçamento, julgou que o homem também apressara o ritmo. Não tinha dúvidas de que era um maníaco. E todas as portas fechadas àquela hora! Aquela rua muito arborizada era agradável de dia, mas agora de noite era deserta, sombria, esquisita.
     O homem continuava vindo, tranquilamente, como se soubesse que não havia como ela escapar. Ela pensou em gritar, pedir por socorro enquanto tinha tempo. Mas se estivesse enganada, que vergonha não passaria! Por um instante, considerou que talvez fosse apenas uma coincidência, que talvez ele também morasse por ali. Mas como?! Ela apanhava aquele metro todos os dias e não se lembrava de jamais tê-lo visto antes.
     Não, não restavam dúvidas: estava sendo perseguida pelo sujeito. Maldita reunião que a fizera voltar tão tarde! Maldita ela mesma que provocara o homem no metrô! Agora estava naquela situação, perseguida por um tarado no meio da noite naquela rua estreita e esquisita. Ia entrar na primeira esquina e, se ele entrasse também, não teria mais dúvidas: ia gritar. Melhor fazer logo um escândalo do que deixar que ele a seguisse até sua casa e descobrisse onde ela morava. Ou pior ainda! Se ele quisesse entrar em sua casa?! Então é que não teria chances mesmo, pois morava sozinha. Gritaria bem alto se ele dobrasse aquela a esquina ali na frente depois dela. Ladrão não era porque ladrão não agiria assim com aquela tranqüilidade toda. Um ladrão já a teria abordado. Era tarado mesmo!
      Ela dobrou a esquina e entrou numa rua ainda mais sombria e deserta. Olhou por sobre o ombro e quase desmaia ao notar o vulto do homem já muito perto. Ia gritar agora, mas por algum motivo não teve coragem. Como era medrosa! Continuou andando, tentando manter a calma, rezando para que estivesse enganada e aquele homem tomasse outro rumo. Depois de um momento pareceu-lhe que ele estava ficando pra trás e ela quase relaxou. Porém voltou a ficar tensa quando passava por um enorme terreno baldio, com um matagal crescendo dentro e algumas passagens pelo muro em ruínas. Já tinha ouvido falar que ali uma jovem havia sido estuprada algum tempo atrás. Aquele homem as suas costas só precisaria correr poucos metros, agarrá-la pelo pescoço e arrastá-la ali pra dentro. Depois faria o que bem entendesse com ela. Ninguém veria nada e ela não poderia gritar porque certamente ele lhe taparia a boca ou lhe faria ameaças com alguma arma. Seria estuprada de qualquer forma, morta ou viva. “Melhor viva do que morta”, ela pensou e achou que ia chorar, mas não chorou. A amiga tinha razão: ela era uma histérica e sempre fazia tempestade em copo d’água. Não era pra se desesperar porque ainda não tinha acontecido nada e o homem estava longe ainda. Mas nada lhe tirava da cabeça que ele queria lhe fazer algum mal.
     E de repente, pareceu-lhe que ele apressara o passo de novo. Achou que era agora que ia ser atacada. Se visse alguém chamaria por socorro, mas não havia ninguém! Somente ela e ele. Andou mais rápido também, mas já estava quase conformada com sua desgraça. Ia ser estuprada e não tinha como evitar. Dessa vez tinha certeza de que não exagerava, pois era coincidência demais que aquele homem que ela provocara no metrô a tivesse acompanhado até ali.
      Novamente olhou para o matagal escuro dentro do muro esburacado. Ele a levária ali para dentro, provavelmente a amarraria. Depois arrancaria suas roupas e abusaria dela. Mas o mais importante era que ele não a machucasse, que não lhe fizesse um mal pior. Era bom que ela se preparasse e não fizesse bobagem na hora. Seria bem prática e não desgostaria o homem para ao menos sair viva daquela situação. Faria o que ele mandasse. Ou talvez nem tudo, pois tinha uma coisa que não faria nem morta: chupar o pênis dele. Se ele a obrigasse a chupá-lo, ela o morderia com toda força e depois fugiria. Não ia chupar nenhum pau imundo! Ele que não tivesse a idéia!...mas pensando melhor, se o mordesse e não conseguisse fugir, sem dúvida ele a mataria. E se ele tivesse um revólver?! Não dava pra morder e fugir com um revolver apontado pra cabeça. Levava um tiro na hora! Seria idiotice! O jeito era obedecer e não desagradar o bandido. Imploraria pra não chupar, mas se ele insistisse, acabava chupando. É, ia chupar, sim. Pra salvar sua vida ela faria tudo. Não valia a pena arriscar. E depois, talvez se o chupasse e ele se satisfizesse logo, vai que nem a estuprava depois! Seria muita sorte, mas coisas assim podem acontecer. Talvez isso a salvasse! Seria até bom que ele pedisse para ela chupar, pois faria de um jeito que ele gozaria logo e a deixaria em paz. Mas não... ele não ia cair nessa. E tarados não ficam satisfeitos assim tão fácil; do contrário não se chamariam tarados. Ele a obrigaria a chupar de qualquer forma e em seguida a violentaria sem piedade. Ia ser doloroso porque ele a penetraria contra a vontade dela, sem lubrificação, sem ela estar excitada.
     Não se lembrava onde lera uma vez que algumas vítimas de estupro ficam excitadas no momento em que são penetradas, não por apreciarem tal violência, pois nenhuma mulher normal apreciaria; ficam excitadas espontaneamente, sem quererem, como uma reação instintiva e primitiva, pois as fêmeas ancestrais da espécie humana eram estupradas pelos machos e essa era a pratica comum entre os primeiros seres humanos. Deve ter lido isso num artigo científico. Mas é difícil de crer que uma mulher fique excitada com tal barbaridade, embora existam muitos fatos surpreendentes nesse mundo. Será que ela seria uma dessas mulheres de instintos primitivos?! Se ficasse excitada, mesmo sem querer, talvez não sofresse tanto. Se o pênis dele fosse grande demais, era preferível ficar excitada; lubrificada, não sentiria tanta dor. Mas o pior é que ele poderia não se contentar só com isso! Estupradores costumam ser sádicos e extremamente depravados. Iria tentar enrabá-la também. Isso ela não podia permitir. Tudo menos passar por uma coisa dessas! Mas o que uma mulher pode fazer numa hora dessas?! Não adiantaria lutar, pois ele a dominaria fácil, iria obrigá-la a se deitar de bruços no chão e em seguida a penetraria daquela forma, sem que ela pudesse fazer nada. Já tinha visto muitas dessas cenas horríveis no cinema e agora ia acontecer com ela de verdade!
     Era melhor nem pensar a respeito! Aquela moça que havia sido estuprada bem ali naquele matagal...tinha passado por aquilo, coitada! O maníaco tinha praticado as piores depravações com ela. Violentou-a mais de uma vez, na frente e atrás, sem se comover com choro ou apelos, deitado com ela no chão. Ela até imaginava o sofrimento que a pobrezinha havia experimentado. Um pênis duro entrando a força num lugar onde mal cabe seu dedo, arrebentando você toda, e repetindo isso varias vezes. Tarados são sádicos. Sentem prazer em ver você chorar e implorar para que eles parem, mas não param, pois adoram isso.
     A própria moça havia descrito aquele seu horror. Mas ao menos ela havia saído viva pra contar! Era o que Júlia esperava que também acontecesse com ela: não ser morta depois de estuprada. Que ele fizesse tudo, mas ao menos a deixasse viva. 

     Todos esses pensamentos passavam velozes pela cabeça de Júlia enquanto ela caminhava com passos apressados.
Estava perto de casa, mas não queria que ele soubesse onde ela morava. Então não pensou duas vezes e entrou no primeiro beco que viu do outro lado da rua, em frente ao terreno baldio.
     Tinha lhe parecido que era a melhor solução, que poderia escapar por ali, mas ao entrar no beco, arrependeu-se. Quanto azar! Tinha esquecido que aquele beco havia sido fechado semanas atrás. Estava presa ali, entre o enorme muro de uma escola e um armazém. E era um beco tão pequeno e estreito! Não podia ter se metido num lugar pior! Agora é que se complicara mesmo porque não dava mais tempo de voltar.
     Com o coração aos pulos, ela espremeu-se contra a parede e esperou, não tendo mais o que fazer exceto rezar pelo milagre de o homem não a descobrir ali. Quantos erros cometidos num só dia! E essa última idéia de se meter naquele buraco tinha sido o fim da picada! Até parecia que...
Júlia ouviu os passos do homem muito perto. Fechou os olhos apavorada. Pediu a Deus que tivesse um desmaio imediatamente, pois assim não veria nada, não sentiria nada, não sofreria nas mãos do estuprador. Então, quando enfim ela ouviu que ele pisava já na entrada do beco, olhou de canto de olho e, aterrorizada, viu seu perseguidor. Ali estava ele, o mesmo homem que ela provocara no metrô. Era ele, mas...como podia ser?! Ele havia passado reto?! não a atacou como ela havia temido o tempo todo?! Não;pelo contrario! Ele passou e apenas deu um leve sorriso pra ela, quase como se zombasse de ela estar metida naquele lugar daquele jeito, e seguiu seu caminho pacificamente.
     Júlia saiu do beco e viu que ele se afastava sem olhar pra trás. Agora ele lhe parecia ser um homem comum, sem nenhum interesse em estuprar mulheres. Ela estava muito confusa, pois há um minuto atrás tinha certeza de que estava sendo perseguida por um tarado. Não queria acreditar que tudo tivesse sido apenas uma coincidência, que aquele homem que ela provocara no metrô fosse talvez apenas um morador novo do bairro! E no entanto, o homem já havia dobrado a esquina no fim da rua e sumido.
Recuperando-se do susto, ela riu de si mesma. Mais uma vez ficara histérica e fizera uma confusão em sua cabeça louca. Sentiu-se esquisita porque, se por um lado estava aliviada por não ter sido violentada, por outro não suportava a sensação de ter sido tola, de ter se angustiado tanto por nada. Era tão exagerada! E aquele homem passou sem demonstrar o menor interesse por ela! Era o que ela ganhava por dar bola a um sujeito como aquele, que ainda por cima era feio! Aquele mesmo que não era estuprador coisa alguma! Se duvidar, era até gay...e só serviu pra atrapalhar sua leitura! 

Fim

domingo, 10 de junho de 2012

Coisa Extraordinária




     

     Naquela manhã, acompanhei Maria até o local onde os pescadores vendiam seus peixes recém-pescados. Ela era a bela e jovem empregada do meu primo Eduardo.  
     Na volta pra casa, caminhando pela praia, de repente Maria me puxa pelo braço e me arrasta pra outra direção. Assustei-me com o gesto brusco dela.
     - Que é isso, menina?! 
     - É aquele homem, Dona Fernanda!
     Ela apontava pra um caiçara negro que consertava sua rede sentado na proa de uma jangada.
     - Ele quer me namorar, mas tenho medo! ela confessou.
     - Medo?! Mas por que?! Um rapaz tão bonito!
     - É que a Senhora não sabe da estória.
     - Mas que estória?!
     - Deixa pra lá; não é nada, não...
     - Vamos, Maria! Não me mate de curiosidade, criatura! Conta logo      qual o problema com o rapaz!
     Ela apenas tapava a boca com a mão e ria baixinho sem parar.
     - Fala logo, menina! Deixa de coisas! ordenei, pois sou uma pessoa curiosíssima.
     - Hi hi... dá vergonha de falar, Dona Fernanda!
     - Vamos! Diga!
     - Não vai se zangar comigo?
     - Não vou!
     - Está bem... 
     Maria soltou mais risadinhas infantis e continuou:
     - É que aquele é o Zé Enguia. Dizem as más línguas que ele tem... ai! não tenho coragem de falar!
     - Maria! Fala!
     - Ai! meu Deus! ele tem...tem um pinto ENORME! hi, hi hi... as moças daqui morrem de medo dele!
     - O quê?!
    Ao ouvir explicação tão “surpreendente”, não consegui me conter e explodi numa forte gargalhada.  
     - A Senhora ri?! É porque não é a Senhora que ele persegue! É doido por mim, mas eu quero é distância! Sai pra lá, pintudo!
     - Assim você me mata de rir, Maria!    
     De noite, deitada na cama ao lado de Júlio, enquanto ele dormia, fiquei rindo baixinho ao relembrar a conversa com a empregada. Depois minha imaginação se aqueceu com a ideia de um homem de pênis descomunal vagando por aquelas praias quase desertas. Seria mesmo assim tão grande?! Ou só um boato maldoso espalhado pelo vilarejo? Uma brincadeira de mau gosto dos locais? Mas se até as moças comentavam! Como saber? E se fosse verdade?  Como seria ver o pênis de um homem bem dotado? Muito maior do que Júlio?      
     Na manhã seguinte, quando todo o pessoal da casa ainda dormia, não sei que me deu que eu quis sair sozinha e andar pela praia, apreciando a encantadora paisagem marítima.
     No caminho, avistei de longe o tal Zé Enguia e alguns outros pescadores. Arrastavam uma rede de pesca pra fora das ondas. Meu coração se agitou sem motivo. Ir até eles ou não? Pra fazer o quê? Não sabia! Contudo, aproximei-me.
     Zé Enguia me viu e me olhou curioso. Eu ia lhe dar “bom-dia”, mas entrei em pânico e mudei de direção. Caminhei rápido, fugindo com o coração agitado.    
      Os dias de nossas férias ali em Águas Verdes iam se passando e, sempre que eu encontrava o pescador pela praia, perturbava-me. “Será verdade mesmo?!” eu me perguntava, cada vez mais intrigada e curiosa. Mas passava pelo rapaz como se não o visse e seguia ligeiramente irritada.   
     Entretanto, mais uma vez, me encontrei num passeio matinal ao longo da orla. Eu ia pisando a areia úmida sem prestar muita atenção     ao meu redor. Foi quando levantei os olhos e vi o rapaz à distância, sentado na sua jangada, olhando distraído pro mar. Que grande vontade não tive de me aproximar e fazer-lhe umas perguntas sobre os boatos! Obviamente eu jamais cometeria tal loucura.
    Com uma coragem que não sei de onde me veio, caminhei mais  alguns passos. Cheguei muito próximo dele. A princípio não soube o que dizer, mas logo tive uma ousada idéia.
     - Quanto você cobra pra me levar num passeio de jangada?
     Ele se virou e me olhou surpreso. Passou os olhos rapidamente pelo meu vestido. Em seguida sorriu de leve e disse:
     - Pra Senhora é de graça!
     “Que atrevido!”, pensei. E lhe disse secamente:
     - Prefiro pagar, por favor!
     - Como queira, Dona, ele falou, com mais respeito.
     Entramos num bom acordo. Fui orientada a me sentar no banquinho de madeira e nele me segurar firme.  
     Quando enfim nos afastamos da rebentação, começamos a conversar.
     Ele era um homem simplório, de fala rude, mas amigável. Um negro forte, de lábios grossos e bonitos. Vestia apenas um calção azul de nylon, que se molhara com as ondas.
      No apertado espaço da jangada, ele ia de pé à minha frente, controlando a vela. Sentada, eu ficava com o rosto à altura de sua cintura e dava rápidas olhadelas pro tecido do calção molhado. Nenhum volume incomum. Ou talvez só um pouco incomum. De qualquer forma, a “coisa” devia estar em repouso, bem presa. Ou estava eu sendo uma boba, acreditando em falsos boatos? 
     Tentei manter meu rosto virado pra longe, mas meus olhos sempre giravam em direção ao “mistério”.
     Na hora de retornar, impacientei-me. Voltaria pra casa sem fazer nenhum progresso na minha... na minha o quê? “investigação”? A não ser que eu tomasse alguma atitude radical. Arrancar-lhe a roupa de surpresa! Ver com meus próprios olhos!
      Imaginei-me fazendo isso e sorri do vexame que seria. Depois pensei: “Por que não?! Por que não cometer uma loucura uma vez na vida?! Puxo-lhe o calção de repente e...voilá! a verdade vem à luz! Pronto, está decidido! Vou fazê-lo agora!”
     Mas não ousei, claro! Ainda me restava alguma sanidade.
     Nosso passeio se aproximava do fim. Eu precisava ao menos saber a verdade ou ficaria louca.
     - Você é bem conhecido por aqui, não é mesmo? perguntei num tom casual.
     Ele sorriu, mudou a posição da vela e disse:
     - Sou mesmo! Mas como a Senhora sabe?!
     - Maria, a empregada do seu Álvaro, meu primo...
     - Ah! Claro! Mariazinha... então a Senhora é de lá da casa?
     - Sou, sim. Meu marido e eu estamos passando férias por aqui.
     - Então é casada?
     - Sim... mas ouvi dizer que você anda caído pela Maria; é verdade, José?
     - He!he! ele riu, confessando sua paixão por Maria. 
     - Mas parece que ela tem medo de você... por que será, hein?
     Imediatamente me arrependi da pergunta, pois ele me olhou com uma cara debochada de quem parecia dizer: “então a Senhora já sabe, a Senhora já sabe, né?”
      Senti meu rosto queimar de vergonha, mas já tinha ido longe demais pra recuar.
     - Por que, hein! José? insisti, como se fizesse uma pergunta inocente.
     Dessa vez ele baixou a cabeça, sacudindo-a com um sorriso envergonhado.
     - Não sei, não, Senhora...acho que é umas coisas que dizem de mim por aí...
     - Que coisas dizem de você?!
     - Ah! falação do povo; coisa que dá vergonha de dizer...
     - Por que vergonha? É tão ruim assim?
     - Num sei, não...
     - Se não me disser do que se trata, vou ficar pensando coisas horríveis de você!
     - A Senhora vai se ofender se eu contar; é coisa feia.
     - Pode dizer, José; não deve ser tão mau.
     - Bem...se a Senhora insiste, he!he! ele riu, mas calou-se.
     - Fale, homem!
     - A Senhora quer mesmo saber?
     - Claro!
     - É... sendo assim... é que espalharam que tenho...tenho a piroca muito grande, he!he!
     Já não deveria ser surpresa essa revelação, mas ainda assim me escandalizei com as palavras. Meu sangue esquentou e senti que me faltava o ar. Porém dominei-me e soltei uma risada pra demonstrar naturalidade, como se não tivesse ouvido nada de extraordinário.
     - Então é isso?! Mas não é uma coisa ruim, não é mesmo?
     - É verdade! Até que é bom, hi hi.
     Ficamos em silêncio por alguns minutos. Continuamos velejando, mas dando grandes voltas, como se ele se retardasse de propósito, à espera de algo que se anunciava. Eu procurava palavras pra dizer, mas elas vinham até minha garganta e enganchavam. Porém, enfim arrisquei:
     - E é verdade?
     - O quê?
     - É muito grande?
     - O povo é que diz...
     - Compreendo...
     O que fazer?! O que dizer?! Pra onde olhar?! Virei o rosto na direção da  praia, calada. Mas pressentia os olhos dele em busca dos meus. E como se adivinhasse meus pensamentos:
     - A senhora quer ver?
     - Ver o quê, rapaz?!
     - A Dona sabe... não quer ver de que tamanho é?
     - Como?! Ora, me respeite! Onde já se viu?! reagi, indignada, fuzilando-o com os olhos. E acrescentei: - Chega dessa conversa! apresse-se e me leve logo de volta, por favor!
     - Não quis ofender! disse ele zangado, como se eu é que o tivesse insultado.
     Movemo-nos mais rápido rumo à praia. Ao redor, apenas um grande círculo de água e silêncio. Não sei descrever o que senti naqueles breves segundos, mas era como se algo me sufocasse. De repente, desembuchei, nervosa:
     - Espere! Mostre-me! Mostre-me! Vamos! Mas só quero ver, só ver, é só curiosidade, compreendeu?!
     A cara zangada dele se abriu num enorme sorriso. Apressou-se em baixar o calção. Quando a cueca desceu... Cristo! O que era aquilo???
     - Chega! chega! Guarde isso! guarde! Já vi o suficiente, eu gritei histericamente, virando o rosto pra longe, o coração batendo descontrolado.
     Ele se assustou e suspendeu as roupas. Eu nunca tinha visto nada parecido! Oh! Jesus! senti um incontrolável desejo de ver novamente.
     - Vamos! Vamos! Deixe ver só mais uma vez!
     Ele sorriu e logo baixou o calção e a cueca juntos.
     - Nossa! deixei escapar, abismada.
    Uma tromba negra, grossa e comprida pendia pesada e aos poucos se esticava e erguia a cabeça apontando em minha direção.
     - Gostou, Dona? 
     - Meu Deus, exclamei, levando a mão à boca, incrédula.
    Em poucos segundos o enorme membro inchara e ficara ereto, pulando de excitação. A cabeça roxa e brilhosa era aflitiva de olhar.   
     Quando dei por mim, eu já estava de braço estendido para tocá-lo. 
     - Bem que desconfiei que a Dona procurava, he he, ele teve a ousadia de comentar, mas o ignorei.
     Estava completamente fora de mim. Segurei-o com as duas mãos e o senti grosso e pesado. Apertei-o com força. Jesus! Que absurdo!
     - Ninguém vai ver, Dona. Fica à vontade! ele me encorajou.
     Olhei ao redor. Pessoa alguma por perto naquela área da praia.      
     Então inclinei-me. Senti o forte cheiro de homem suado. Eu nunca me imaginara fazendo tal coisa. Um rude pescador! Mas abri os lábios. Então, devagar, bem devagar, deixei que deslizasse pra dentro da minha boca. Ele soltou um longo gemido de prazer. Segurou-me pelos cabelos e manipulou minha cabeça suavemente. Suguei forte, degustando-o como se fosse um exótico fruto do mar.
     - A Dona é fina mas boa pra chupar, he he.
     Não me importei com o desrespeito. Ele continuou fodendo minha boca.     
     - A Dona gosta é de rola grandona, he he.
     E prosseguiu me humilhando sem piedade enquanto eu satisfazia minha gula.
O membro oscilou e pulsou mais rápido. 
     - Huuu! ele gruniu.
     De repente, senti os esguinchos. Minha boca encheu. Engoli uma porção do sêmen sem querer.  
    Ele se afastou urrando grosso, masturbando-se e ainda lançando fios de sêmen branco no ar.    
     Por um breve instante, estive sorrindo, satisfeita com minha própria loucura.    
     Aos poucos fui retomando a consciência de mim mesma.
     - A senhora entende das coisas, hi hi, ele comentou, sacudindo o membro já um pouco amolecido, pingando seu leite.     
     Permaneci calada, sem jeito de lhe dar uma resposta. Virei o rosto pra longe, ainda sentindo o gosto do esperma na língua. O que me acontecera pra ter chegado àquele ponto?
     Ele tentou outro contato, já sem respeito algum. Quis levantar meu vestido.
     - Deixa ver sua buceta, Dona!
     - Pare! gritei horrorizada, afastando sua mão atrevida.
    Ele insistiu. Ordenei que se calasse e que retornasse à praia.   Perguntou se eu voltaria depois.
     - Sim, voltarei! menti pra me ver livre.
     Ele sorriu, e velejamos rumo à praia.  
     Atingimos o raso. Saltei e saí correndo pela areia molhada. Ainda murmurei um inaudível “obrigada”.
     Foi a última vez que vi Zé Enguia. Pedi a meu marido que antecipássemos nosso retorno pra casa. Júlio me atendeu, apesar de bastante contrariado.

fim

sábado, 9 de junho de 2012

Esposa por Empréstimo


     Nota: Este conto é de autoria de Secret Lust, autor no site LustyLibrary.com. Espero que apreciem. Boa leitura!


 

     Quando ligo o motor do carro, meu coração começa a bater mais rápido. Estou dirigindo pela estrada que marca a linha entre a minha vida como mãe, como respeitosa esposa e minha vida como uma puta devassa. No momento em que paro o carro em frente a sua casa, a transformação está concluída. Serei sua pelas próximas quatro horas e estarei pronta para aceitar tudo que me oferecer.
     Você abre a porta e me puxa para dentro. Encosta-me contra a parede. Sinto sua respiração em minha orelha enquanto você sussurra:
     - Pronta para jogar?
      Dou um sorriso e digo que sim com a cabeça. Você me sorri de volta e me beija rapidamente, urgentemente. Então me empurra e diz:
     - Então vamos começar! 
     Eu não tenho nenhuma idéia do que isso significa, mas saber que você tem algo planejado é excitante. Sinto meus mamilos endurecerem dentro do sutiã e um súbito formigamento na barriga. Anseio que você me leve para novos lugares. Eu sei que você pode.
     - Café?
     Isso é um pouco inesperado, mas estou preparada para me deixar levar pelo momento.
     - Sim, por favor, eu respondo. Acho que é disso mesmo que preciso.
     Você prepara a cafeteira de costas para mim, trabalhando em silêncio durante um momento que parece uma eternidade para mim. Então uma voz fria e ríspida diz:
     - Andou fodendo com ele de novo?
     Eu sorrio.
     - Está falando do meu marido? Bem...sim. ainda moro com ele, e isso significa que tenho trepado com ele.
     Antes que eu perceba o que aconteceu, você já se virou e me empurrou contra a parede. Seus olhos fuzilando os meus.
    - Então aí está! A definição de uma puta!
     Você cospe as palavras sobre mim e eu sinto o medo crescendo em meu peito. Suas mãos tocam entre minhas pernas, pressionando com força enquanto você me empurra contra a parede.
     - Isso é meu! você diz segurando minha buceta por sobre minhas roupas.
     Eu tento dizer alguma coisa, mas estou chocada e fico em silêncio. Você nunca falou assim antes. Achei que tivéssemos um entendimento. Até ríamos da brincadeira de eu ser sua por empréstimo. Então, começa a acontecer...
     - Pronta para jogar?
     As palavras se repetem na minha cabeça mesmo quando eu sinto sua mão livre agarrar meu cabelo. Você puxa minha cabeça de tal forma que meu ouvido fica ao nível da sua boca. Então você rosna:
     - Eu sei do que uma puta como você precisa!
     Medo e excitação me preenchem, e meu corpo responde. Revolto-me contra seu controle. Como você ousa ter esse efeito sobre mim? Não aceito me entregar e o encaro desafiadoramente.
     - Você não sabe do que preciso!
     Digo isso com toda a raiva que consigo expressar. Mas sei que agora você pode sentir o calor e a umidade através do tecido que segura. Sou levada pelos cabelos escada acima até seu quarto. Você só me larga depois de fechar a porta atrás de nós. Em um piscar de olhos você já identifica o laço na cintura do meu vestido, puxa-o e ele se abre e desliza pelos meus ombros até cair ao chão.
     - Ora, ora! até as roupas da vagabunda são fáceis!
     Você leva a mão até meu sutiã e belisca um mamilo. Eu suspiro com a dor suave, mas não posso deixar que seja apenas do seu jeito. Levanto o braço para afastá-lo, mas você o segura pelo pulso, prendendo-o contra a parede, acima da minha cabeça. Então suspende meu outro braço, juntando os dois firmemente com sua mão forte, enquanto a outra mão retorna ao meu sutiã e o desabotoa. Dessa vez, você belisca um mamilo ainda mais forte, inclinando-se mais próximo ao meu rosto. Tranquilamente e sem demonstrar nenhuma emoção, diz num sussurro:
     - Acho que você não entendeu ainda. Mas é simples: você é uma puta e eu faço o que eu quiser com você.  
     Respiro fundo e meu coração acelera com o tesão que essas palavras me dão. Quero sorrir, mas enquanto fico de pé vestindo nada mais do que minha calcinha ensopada, de repente me sinto vulnerável. Eu sei que isso começou como um jogo, mas fica muito  óbvio que você está gostando de ter poder sobre mim. O volume sob sua calça me diz o tamanho da sua ereção. Até onde você quer chegar? Você se aproxima e empurra sua coxa contra meu corpo enquanto desce a cabeça para tomar um dos meus seios na boca. Sinto seus dentes e sua língua puxando meu mamilo enquanto você o suga forte.       Durante todo esse tempo, sua perna massageia meu clitóris. Embora eu tente, não consigo evitar gemer quando sinto o fogo que arde em minha buceta. Sinto-me pulsando  a cada esfregada de sua coxa. Sei que estou perto de gozar. Você também sabe disso e esfrega sua coxa em mim cada vez mais rápido e mais forte, ao mesmo tempo que suga meu mamilo, também mais forte.
      Agora não há mais volta. O calor e o latejamento no meu clitóris e na minha buceta são intensos demais. Jogo a cabeça para trás e deixo sair um grito da minha garganta.
     - Boa moça, você diz. Está mesmo gozando para mim, não está?
     - Você não é meu dono, seu puto! grito eu furiosa por ser controlada dessa forma, furiosa também comigo mesma por permitir tal coisa.
     – Você não vai mais me ver gozar por você!
Sou empurrada para a cama. Você monta sobre mim para me manter quieta.
     - A putinha gozou tanto! Encharcou minha calça. Se consigo fazer você gozar daquele jeito, apenas esfregando minha perna em você, imagine como será quando eu encher você com meu cacete. Eu sei o quanto você o deseja!
     Eu o desejo, sim; mas não posso admitir isso. Noto agora, quando você segura minhas mãos mais uma vez sobre minha cabeça, que está preparado para isso. Presas à cabeceira da cama estão as algemas. Calma e rapidamente você as coloca em meus pulsos antes de sair de cima de mim e se deitar ao meu lado. Um sorriso brinca em seus lábios, mas seus olhos permanecem frios.
     - E agora? O que fazer com você?
     Sua mão está sobre minha buceta e novamente posso sentir seus dedos explorando os contornos dos lábios através do tecido. Um dedo desliza sob a renda e suavemente toca meu clitóris, fazendo-me tremer. Então ele encontra o caminho entre os lábios inchados e corre para cima e para baixo ao longo da linha molhada, dando voltas em torno da minha entrada. Vezes após vezes, seu dedo faz o mesmo percurso, empurrando o botãozinho no final de cada volta. Seus olhos não se afastam dos meus enquanto procuram por minha reação. Estou tão desesperada para que você me penetre que meus quadris se movem na tentativa de forçá-lo a isso. Mas você não quer e me provoca durante um tempo que parece durar para sempre. Ocasionalmente mete apenas a pontinha do dedo na minha pequena entrada molhada. Quando parece que não consigo mais suportar isso, você se levanta, abre uma gaveta e retira dela uma tira de pano negro. Coloca-a em volta dos meus olhos, firme, e então me beija. Sinto sua língua entrando em minha boca e noto seu desespero por mim antes de finalmente se afastar. Você ergue meus quadris e arranca minha calcinha, deixando-me completamente nua, presa e sem poder ver nada. 
     Então ouço a porta abrir e fechar novamente. Estou sozinha? Posso ouvir ruídos no andar de baixo. Como você ousa me largar assim molhada e com tesão? Que droga você está fazendo?! Minha buceta lateja tanto! Preciso ser tocada, mas minhas mãos estão presas e não tem quem me ajude. Odeio você por fazer isso comigo, por me abandonar quando preciso que trepe comigo. Tão frustrada estou que não escuto você retornar ao quarto.  
     A primeira coisa que sinto é um frio intenso no meu mamilo esquerdo. É gelo. Mordo meu lábio para lutar contra o grito que quero soltar. Você esfrega o gelo contra o bico do seio ate que ele dói de frio. Em seguida você o toma na boca. O calor da sua língua após o frio extremo é uma agonia boa e eu me reviro sob seu corpo, sufocando meus gemidos. Então o outro mamilo. Depois do frio, sinto o calor, sendo levada a um frenesi. Depois o gelo desce pelo meu corpo, seguido pela sua língua. Enfim e inevitavelmente ele atinge meu clitóris. Eu grito, mas quero mais. Preciso de mais. Sinto o gelo derretendo sobre mim e um fio de água gelada escorre entre minha fenda e a deixa fria. Arrepios se espalham em meu corpo. De repente, sua boca está sobre meu monte. Sua língua vibra sobre meu pontinho e o deixa aquecido, até que você pressiona o gelo contra minha fenda de novo. O contraste me faz querer afastá-la e ao mesmo tempo puxá-la mais contra mim. É um prazer tão intenso! Sua boca cobre minha fenda e sinto você enfiar o gelo nela. Você empurra a língua entre meus lábios gelados  e lambe e suga. De vez em quando o gelo bate na carne que o desejo e sua boca estão aquecendo. E depois fica frio novamente, até que não resta nada mais além da água fria que corre sobre mim.
     É agora que você enfia um dedo em mim. Ainda está frio do gelo. Sinto que estou apertada e prendendo seu dedo enquanto ele me explora.
     - Você gosta de ser fodida pelo meu dedo, não gosta?
     Confirmo com a cabeça e digo sim entre suspiros de prazer intenso enquanto você move o dedo para dentro e para fora, lentamente, dobrando-o dentro de mim para sentir cada porção da minha carne acetinada.
     Seu dedo se retira todo cedo demais. Então está sobre meus lábios. Sinto o cheiro almiscarado do suco antes de perceber o grudento na minha boca. Você abre meus lábios e empurra os dedos para dentro da minha boca. Chupo famintamente, provando e tomando o suco do meu desejo. Quando você se afasta, minha cabeça se ergue, desesperada para seguir o deleite que não consigo ver. Mas não o tenho mais. Ao contrário, sinto outra coisa pressionando meus lábios abertos. Eu os abro mais ainda para aceitar a ponta do seu pênis. Começo a lambê-lo e chupá-lo.
     - Acho que você pode fazer melhor do que isso, sua putinha!
     E você empurra mais do seu pau grosso e duro para dentro da minha boca.
     Abro a garganta para receber toda a extensão dele. Uma deliciosa gota de pré-gozo desce pela minha garganta. Minha língua e boca fazem seu trabalho em você. Uma inesperada chicotada de língua no meu clitóris, um dedo dentro de mim mais uma vez,  e o prazer se espalhando em ondas pelo meu corpo. Estou perto de gozar de novo. Você sente a pulsação crescer à medida que seu dedo e língua realizam sua magia.    
     Aquelas primeiras palavras retornam quando tento conter minha eletricidade:
     - Você não vai me fazer gozar de novo! Nunca mais! eu grito consciente de que quero gozar, e como quero!
     Só não posso deixar que você tenha essa satisfação. Sua mão alcança minha nuca e desfaz o nó da venda. Quando consigo ver, lá está a raiva no seu rosto.
     - Você vai gozar. Porque eu digo que vai.
     Sinto-o retirar o dedo de dentro de mim, e de repente substituí-lo por todos os outros. Quatro dedos me alargando por dentro e se mexendo enquanto a palma da sua mão pressiona meu clitóris. Sua outra mão aperta um dos meus seios, esfregando o bico. Sensível das primeiras carícias ainda, ele endurece rápido e o sinto pressionar a palma da sua mão. Você me parece insensível. Está apenas me usando e meu prazer não tem a menor importância.
     Quando meus quadris começam a se mover sob sua mão e meus lábios se abrem num gemido alto e inconsciente, você ri. Eu ainda estou gozando quando seu pênis me penetra. Você me fode pra valer, montado e no controle do  meu orgasmo enquanto minha buceta  suga seu pau com cada músculo que possui. Sinto sua mão em minha boca quando grito. À medida que as ondas diminuem, seus movimentos ficam lentos, mantendo-me à beira do orgasmo.
     - Agora, eu quero que você goze outra vez.
     - Não posso.
     Acredito seriamente que não posso. Mais uma vez vai ser demais. Meu corpo está esgotado.

     - Ah, eu acho que você pode. E porque você é minha puta,você vai gozar, sim!
     Sou espancada, fodida sem piedade.
Você esfrega seu corpo contra o meu, estimulando cada terminação nervosa.
     Quando  me sente ficando tensa mais uma vez, passa a mão por debaixo e encontra meu ânus.
      Ao redor dele você esfrega o suco doce e escorregadio que pinga da minha vagina.
     Espera o seu momento. Tento resistir ao orgasmo que cresce, porém, quanto mais eu resisto, mais forte ele se torna. Seu cacete grosso e longo me machuca por dentro e eu grito. Este é seu momento.
     O orgasmo me arrebata mais intensamente e seu dedo entra no lugar mais escuro, mais secreto. As sensações redobram. Dor e prazer, puro e sujo. Estou em outro plano.
     Ainda estou gozando no momento que você retira o dedo e seu pênis de mim, ficando montado sobre meu tronco. Com dois movimentos de punho, você goza. Minha boca se abre para gemer e recebe um jato grosso da sua porra. Engulo-a enquanto você cai sobre mim.
     Olhando em seus olhos, percebo que o jogo acabou. O brilho terno deles está de volta.
     Ergo a cabeça pra beijar você carinhosamente, gratamente, e você corresponde com a mesma ternura.
     - Obrigada! Eu suspiro, e você me beija novamente.
     Vestimo-nos, bebemos nosso café e eu me preparo para voltar a estrada, de volta a realidade. Um último beijo me faz querer ficar, mas gentilmente você me leva até a porta.
     - Vá para casa e trepe com seu marido. Preciso de algo para castigá-la de novo da próxima vez.

Fim